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Lendo a matéria da NME com 20 curiosidades sobre a icônica música do Oasis, Wonderwall, fui caçar a galera famosa que já fez cover da faixa. E, gente, como tem cover de Wonderwall no mundo!!!!

Os mais interessantes (ou não) estão aí!

Radiohead




Cat Power




Rihanna 




Ryan Adams


Chris Martin (Coldplay) 



Lana Del Rey 

 

One Direction



 Duffy

 

 Ed Sheeran



Jay-Z



Imagine Dragons 

* por BACKBEAT - Imprensa

Ceano toca na festa de lançamento do BACKBEAT (Foto: Divulgação)

Na próxima quarta-feira (29), o site BACKBEAT faz seu lançamento oficial na cidade de Campinas (SP) com um mini-festival que irá levar bandas e stands para a Casa São Jorge, em Barão Geraldo. 

Na primeira edição, as bandas convidadas foram a Ceano, que traz seu repertório autoral, divulgando o EP O Último Andar e a estreia do projeto Retroflexo, com versões em voz, violões e bateria para músicas de gente como Tulipa Ruiz, Queens Of The Stone Age, Banda do Mar, Amy Winehouse, The Black Keys, Oasis, Arcade Fire, Tame Impala, The Strokes e muito mais. 

Nos stands, o livro Escuta Essa, lançado em versão online em 2013, faz seu lançamento físico após o projeto ser financiado via crowdfunding. Com 31 contos inspirados em canções da nova música brasileira, o livro estará disponível para venda, com cópias limitadas. 

O serviço de assinaturas de cachaça Quintal da Cachaça também irá disponibilizar um kit para sorteio entre os 50 primeiros que chegarem à festa. O projeto já foi destaque em veículos como Correio Popular, Folha de S. Paulo e InfoMoney. 

Além disso, a festa ainda ganha a discotecagem do DJ Wardo. Wardo é de Americana (SP) e lança seu primeiro EP no dia 25 de dezembro pelo selo indiano Ecstasy Records. Seu remix de Previsão do Tempo recebeu elogios de Marcos Valle, autor da canção. 

Criado com o objetivo de analisar a música a partir das "histórias por detrás dos fatos, as várias possibilidades de interpretação e a relação humana que temos com a música a partir do momento no qual colocamos nossos fones de ouvido e nos deixamos viajar", o site surgiu da vontade da jornalista Izadora Pimenta de ir "além", após quatro anos escrevendo sobre música independente e alternativa em outros veículos. "A ideia é trazer esse universo para uma festa própria também", destaca Izadora.

Serviço

Festa de Lançamento BACKBEAT + Escuta Essa - com Ceano, Retroflexo e DJ Wardo
29 de outubro de 2014, às 20h
Casa São Jorge - Avenida Santa Isabel, 655 - Barão Geraldo - Campinas/SP
Bilheteria: R$10 (preço único)
Confirme presença no evento!

Informações para a imprensa: 
BACKBEAT | Imprensa - oi@mybackbeat.com
Já viraram frequentes as coletâneas de novos nomes da música brasileira homenageando discos clássicos e artistas essenciais. Também são frequentes as versões soltas para canções escolhidas a dedo para uma ocasião especial.

Mas o legal dessa história toda é que muita gente se dedica e consegue imprimir uma nova marca a uma canção já tão conhecida do grande público. Nós selecionamos 8 versões que irão fazer você enxergar músicas conhecidas com novos olhos - e ouvidos.

Confira:

O Terno promoveu a amizade entre o Tame Impala e o Clube da Esquina


Winter - Time

Por que não deve nada à original: O dream pop carismático trazido pela banda metade brasileira, metade americana, faz com que a canção do Pink Floyd flerte com uma nova geração (que cresceu ouvindo seus álbuns) tão inventiva quanto a década de 70. Na voz de Samira Winter, Time é uma canção ainda mais atual.

Mahmundi - Tarde em Itapuã

Por que não deve nada à original: A canção possui destaque para a exaltação da tarde em Itapuã com um instrumental ensolarado e minimalista, mas sem deixar de ser pop. 

Cícero - Barely Legal

Por que não deve nada à original: Ouvir a versão de Cícero para Barely Legal é como ouvir a música pela primeira vez. A leveza do violão carioca que explode em guitarra é uma extensão de seu primeiro trabalho, Canções de Apartamento. É uma faixa a mais para as 10 que marcaram sua estreia que também lhe trouxe grande visibilidade.



Single Parents - Slide Away

Por que não deve nada à original: Unir o britpop com o shoegaze, dois marcos dos anos 90, foi uma tacada de mestre. O pessoal da Single Parents desconstrói os irmãos Gallagher e traz a canção para si de uma maneira irresistível.

Phillip Long - Como Nossos Pais

Por que não deve nada à original: O Damien Rice brasileiro mora em Araras, no interior de São Paulo. Levar essa característica, somada ao ar interiorano, a uma canção de Belchior tão conhecida dos concursos de calouro, deixa a canção longe de se parecer com uma pérola batida e destaca a sua beleza de forma delicada.


O Terno - O Trem Azul

Por que não deve nada à original: Em um bar, o Tame Impala poderia dividir uma cerveja com o Clube da Esquina que não haveria perigo de conflitos na hora da escolha da marca. O Terno tratou de ser o garçom e brindou esta nova amizade como se ela sempre tivesse existido.

Vivian Benford - Cheia de Manias

Por que não deve nada à original: O Raça Negra é tão pop que merecia uma roupagem à altura, destacando suas composições e as histórias por detrás delas. Ao sair fora da caixa do pagode, Vivian Benford mostra o quanto Cheia de Manias pode ser plural.


SILVA - Mais Feliz

Por que não deve nada à original: Conhecida na voz de Adriana Calcanhotto, a composição de Cazuza se renovou com o tratamento fino feito por SILVA. É uma versão para ouvir de sorriso aberto.



Inspirada pela descoberta de que em pleno ano de 2014, uma novela global conta com a presença de Silverchair em sua trilha sonora, resolvi listar 15 bandas que poderiam se juntar novamente, gravar um disco e fazer uma turnê mundial que passaria pelo Brasil.

Ok, nem precisa gravar material novo, pode só reviver os sucessos do passado que já tá ótimo!

SILVERCHAIR
Começando por eles, que motivaram este post. O Silverchair acabou oficialmente em 2011, embora a banda já não lançasse material inédito há algum tempo. Por onde será que anda Daniel Johns?


LED ZEPPELIN
Entendemos que a banda optou por não continuar sem o baterista John Boham, que morreu em 1980. Depois disso, apenas algumas apresentações especiais, sendo a última em 2007. Jimmy Page e John Paul Jones sempre demonstram a vontade de uma reunião classuda, mas Robert Plant está eternamente em outra vibe.


OASIS
Os fãs mais otimistas (oi!) apostavam em uma turnê especial da banda, em comemoração aos 20 anos do debut Definitely Maybe. Não rolou, e parece que é sempre Noel Gallagher quem faz questão de não voltar a dividir o palco com o irmão mais novo. A pergunta que fica é: como tem sido o Natal da família Gallagher desde 2009? #VoltaOasis!


R.E.M
O R.E.M acabou em 2011 e até o William Bonner ficou #xatiado. No ano passado, 3/4 da banda se reuniu novamente, mas Michael Stipe não quis saber de nenhum revival. Na verdade, ele considera o fim da banda uma libertação, como já disse em entrevista.



THE POLICE
Apesar de uma turnê especial entre 2007 e 2008, para comemorar os 30 anos da banda, o The Police nunca voltou, voltou mesmo. Poderiam né?! Seria beeeeem interessante ver o trio junto novamente. Pelo menos Andy Summers diz que "nunca digo nunca sobre qualquer coisa". Há esperança!



THE WHITE STRIPES
A gente entende. Geralmente, você não gosta de ouvir nem o nome do seu ex. Imagina fazer um show com ele, né?! Mas Jack White e Meg White poderiam deixar as diferenças de lado e voltarem. Não que Jack precise disso pra alguma coisa, afinal, sua carreira solo e em n projetos paralelos é sensacional. Mas o White Stripes tinha um algo a mais. Algo que resultou em clássicos como Seven Nation Army.



TALKING HEADS
David Byrne não é das figuras mais amáveis de se conviver, é o que dizem. Sempre existem rumores de uma volta do Talking Heads, mas parece que é sempre Byrne quem bate o pé e estraga tudo. Paciência!


JET
Ah, gente! Jet era tão legal, vai. Aposto que você curte Are Gonna Be My Girl?, She's a Genius e Look What You've Done até hoje. O fim veio em 2012, mas que eles poderiam voltar e integrar lineups de festivais mundo a fora, poderiam.



PINK FLOYD
Não vai rolar! A gente sabe. Mas imagina só Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason tocando juntos novamente. Ai, Jesus! O baterista Nick Mason é o único que demonstra vontade de uma reunião. Assim fica difícil!



LCD SOUNDSYSTEM
Apenas pare de frescura, James Murphy. A gente espera a volta do LCD Soundsystem desde que ele acabou, em 2011. E nem vem com essa de que você não tem dúvidas de que o fim foi a melhor decisão. Duvido!



RAGE AGAINST THE MACHINE
O último disco inédito lançado pelo RATM foi Renegades, de 2000. O último show aconteceu em 2011. Tom Morello já afirmou que o futuro da banda é incerto, que se sente feliz com o material que lançaram e que não há planos de fazer novas músicas juntos. Uma pena. Esperamos que os planos mudem.



AUDIOSLAVE
O Chris Cornell ressuscitou o Soundgarden, e poderia fazer o mesmo com o Audioslave. Por que? Porque a banda foi um dos projetos mais interessantes dos anos 2000. Durou pouco, mas valeu bastante.


SONIC YOUTH
Esse negócio de misturar amor e música é mesmo complicado. Thurston Moore e Kim Gordon se separaram, e o que aconteceu? Acabou Sonic Youth! Chances de a banda voltar? Isso parece cada vez mais um sonho...


THE SMITHS
Os Smiths acabaram em 1987. E quando o assunto é Smiths, a culpa é sempre do Morrissey, inclusive uma não-reunião deles. Moz já declarou que prefere comer seus próprios testículos a voltar com a banda. Ah, por que faz isso Moz??


LOS HERMANOS
Eles fizeram alguns shows em 2012, para comemorar os 15 anos da banda. Shows disputadíssimos, aliás. Mas ficou só nisso. Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante continuam seus projetos paralelos sem demonstrar nenhum sinal de que os Los Hermanos podem voltar. Tem gente que dá graças à Deus por isso, mas muitos fãs não pensam assim.





Amigos, as crises a respeito da idade existem. Eu sei, já estamos em 2014, os 30 são os novos 20 e a gente deveria se preocupar bem mais com a eleição do mês que vem, do que se vai ter um filho, comprar uma casa e escrever um livro antes dos 35.

Porém, temos uma tendência a implicar e não aceitar aquilo que não entendemos por completo. E o tempo, meus caros, é essa coisa imperdoável, traiçoeira, passageira e, ok, sábia, de vez em quando. Mas que a gente simplesmente não consegue entender.

Mas, se alguns pensamentos parecem os mesmos de anos atrás, a playlist mudou consideravelmente. Por isso, tal qual uma mãe zelosa tenta colocar seus filhos no bom caminho, eu poderia dar umas dicas musicais para a menina de 15 anos que se aventurava na compra de seus primeiros cds há 10 anos. Então, eis os 10 conselhos que, hoje, eu daria pra essa garota.




1 - Dê ouvidos ao seu pai
Vocês vivem em pé de guerra, mas admita, guria: seu pai é uma boa influência musical na sua vida. Quando ele lhe mostrar aquele vinil do Tim Maia, coloque pra tocar. Não faça cara de nojo quando ele disser que você não ouve música de verdade, mas peça para ele apresentar o que ele considera boa música. Acredite, você vai valorizar o Johnny Cash até mais do que o seu pai valoriza.

2 - Não pratique bullying musical
Você adora tirar uma com a cara dos amigos que ouvem pagode, não é?! Não entende o porquê de suas amigas gostarem tanto de sertanejo, e isso é motivo para você atacar de xiita musical e, com toda arrogância, considerar tudo o que você não ouve um lixo. Cuidado, garota. Aqui se faz, aqui se paga! Você está prestes a gostar de Good Charlotte, em The Chronicles of Life and Death e de Simple Plan, com Still Not Getting Any... Isso fará alguns amigos te chamarem de Emo. Você vai bater o pé contrariada, mas agora aguenta!

3 - Admita os erros o quanto antes
Não ouça tanto CPM22. Hoje você encara a banda como “opa, Rock nacional!”, e até parece legal, mas não, não é! O mesmo vale para o Capital Inicial. E, acredite, um dia Badauí e Dinho Ouro Preto vão se juntar para cantar Um Minuto Para o Fim do Mundo, e você vai desejar que o nome da música se transforme em realidade.

4 - Aposte nos clássicos
Eu sei que hoje você considera Bon Jovi e Aerosmith como super clássicos do Rock internacional, bobinha. Mas, a coisa não é bem assim. Aposte nos clássicos de verdade, mesmo que eles não façam tanto sentido para você neste momento (com certeza, Pink Floyd lhe fará mais sentido daqui alguns anos e algumas experiências). Ouça mais Rolling Stones, Led Zepellin, Deep Purple, Elvis Presley, The Who, Bruce Springsteen, Beach Boys... Vá fundo mesmo, eles se manterão sempre por perto em sua vida.

5 - Valorize o amor verdadeiro
Você ama Beatles, e isso não vai mudar ao longo dos anos. Apenas valorize este amor raro e tão especial. A banda, ao contrário da maioria dos seus amores, nunca vai te decepcionar!

6 - Conheça mais da música brasileira
Você não é muito uma pessoa da música nacional. Eu sei. Com 15 anos, então... Mas não admita isso como uma condição imutável da sua personalidade. Todos nós podemos mudar quando estamos realmente dispostos. Então, mergulhe na música brasileira como você ainda não fez. Vá muito além de Legião Urbana e Cazuza. Aliás, vá de cara para Novos Baianos, cujo amor em você será gradual. Ouça Roberto Carlos com a sua avó, e pesquise sobre a Jovem Guarda, a Tropicália... Ah, tem um negócio que você nem conhece muito hoje, chama Manguebeat. Só procura ouvir!

7 - Tudo tem o seu tempo certo
Sabe quando você está no churrasco da sala e quer que todo mundo ouça Foo Fighters? Então, nem sempre vai funcionar. Por isso, compreenda que, para o bem geral da galera, algumas vezes simplesmente deixar que outras pessoas cuidem da música a ser tocada pode ser bom. Daqui há 10 anos, numa dessas ocasiões, você conhecerá Cintura de Mola e sua canção Samara, e por mais estranho que isso pareça agora, você vai amar curtir essa música, arriscando passos de forró, na casa de alguns amigos, simplesmente porque é engraçado. Se joga!

8 - Prazer, Folk Music
Hoje, você aprecia músicas que tenham uma guitarra em destaque, mas chegará o dia em que o banjo será o seu instrumento favorito. Então, não perca tempo, vá ouvir o bom e velho Folk. Com 15 anos você nem sabe direito o que significa esse termo e só pensa que “é a música do Bob Dylan, né?!”. Pobre, criança... Comece a ouvir e pesquisar sobre Folk o quanto antes, tipo já!

9 - Economize
Chegará uma época árdua, anos difíceis, nos quais o ingresso para um show poderá chegar a preços incalculáveis. Você pode até rir da minha cara, mas haverá festival de dois dias sendo vendido por mais de R$700,00. Eu sei, é inacreditável de tão absurdo, né? Mas vai acontecer. Por isso, se você quiser ir a um mínimo de shows por ano, sem contar com credenciais e ingressos cortesia, economize desde já. E muito! Afinal, eu nem falei do preço da cerveja lá dentro...

10 - Por favor, vá ao show do Oasis em 2009
Minha querida, eu sei que você estará decepcionada por ter abandonado uma faculdade e por estar frequentando aulas tediosas de física em um cursinho. Eu sei que você estará focada nos estudos e determinada a passar em todos os vestibulares que prestar. Mas, por favor, por todos os deuses da música, vá ao show do Oasis, em São Paulo. Vai ser em maio de 2009. Aproveite e peça como presente de aniversário. Guarde dinheiro desde já, dê seus pulos, mas vá! Você não terá outra oportunidade. A banda vai acabar meses depois (não chore!). Os irmãos Gallaghers continuarão se provocando à distância, e suas oportunidades de vê-los ao vivo será só em shows separados. Além do mais, você nem vai passar na Fuvest mesmo! E ainda vai fazer jornalismo. Por favor, né!


De bobeira em casa, nas férias, comecei a revirar umas revistas antigas e pinçar algumas coisas de um passado não tão distante que achei bastante curiosas. Na revista Capricho dos meus anos dourados da adolescência (2004/2005), aprendíamos que pagar meia com a carteirinha de estudante era um direito, que poderíamos sobreviver ao bullying porque o galã da Malhação também já tinha sofrido e recebíamos, em toda edição, fotos de meninos bonitos, as coisas que eles gostavam e o endereço do MSN deles (pra que Tinder?). 

Mas o mais legal foi pinçar algumas referências musicais. Em uma época na qual ficávamos ansiosos pelos nossos clipes favoritos nas paradas do Disk MTV porque YouTube não era uma coisa tão presente em nossas vidas, esperar uma revista chegar todos os meses também era uma grande forma de nos mantermos atualizados, em linhas mais profundas, sobre os artistas do momento. Apesar de a rapidez da internet ajudar, creio que sinto uma saudade tremenda desse tempo.

A mudança da linguagem para as revistas adolescentes dos dias de hoje é digna de um estudo. Mas, por enquanto, eu vou de lista mesmo.



1 - Oasis

Na edição de Dia dos Namorados, Dinho Ouro Preto, enquanto colunista, comemorava o fato de ter sido um dos primeiros a receber o novo disco do Oasis. O disco em questão era Don't Believe The Truth, dos sucessos Lyla e The Importance Of Being Idle. À época, Dinho definiu o lançamento como "quase tão bom quanto Definitely Maybe (o disco de estreia dos irmãos Gallagher). Menos amor e mais, digamos, desconforto".


2 - The Killers

"A banda se chama The Killers - os assassinos - mas o vocalista vai à igreja todo domingo". Foi assim que a Capricho introduziu a banda de Las Vegas em suas páginas, que trouxeram uma curta entrevista com Brandon Flowers após o sucesso de Somebody Told Me e Mr. Brightside, pérolas de Hot Fuss (2004) que figuraram por um bom tempo nas saudosas paradas de clipes da MTV. Na época, Flowers disse que adoraria tocar no Brasil, mas que ainda não havia surgido nenhum convite. O vocalista ainda cita Maná e Luis Miguel, mexicanos, como nomes que conhece da música brasileira.

3 - Danni Carlos

Namorada de Gabriel Braga Nunes à época, Danni Carlos aparecia nas páginas dizendo que escrevia suas próprias músicas, mas que aceitava numa boa o sucesso cantando as músicas de outras pessoas. É que a futura participante de A Fazenda fazia sucesso com versões. Suas preferidas, em 2005, eram Purple Rain (Prince), I Was Born To Love You (Queen) e Like a Virgin (Madonna).


4 - O Estilo Emo

Em 2005, a Capricho retratou em uma edição o estilo Emo, o que não agradou muito os adeptos de outrora ("Afinal, o que vocês pensam que é emocore? MÚSICA! E não maneira de se vestir... Isso me deixou um pouco mal, devido a eu ser emo, ouvir emo. Agora veremos menininhas ridículas se vestindo como tal, com munhequeira e cinto de rebite, dizendo que ama The Used, Finch, munhequeira e cinto de rebite", reclama a leitora Priscilla Muniz). Mas a edição é vista como um divisor de águas para o estilo no Brasil. Editor-chefe da Bizz na época, Ricardo Alexandre defende em uma edição a ideia de que o punk nasceu numa butique, respondendo à mensagem de Priscilla. "Emocore é pra todos ou só pra mim, que conheço as bandas mais secretas do mundo? (...) Ainda mais hoje, quando basta um clique para conhecer The Used ou Finch... Os "honestos" vão chamar de "movimento". Os cínicos, de moda. Eu chamo de caminho natural das coisas".

5 - O B5 está bem diferente

A banda de meninos que arrancava suspiros e tentava conquistar a Sthefany Brito no clipe de Matemática parecia se aproximar da estética emo após lançar o single Só Mais Uma Vez. "Quem prestou atenção em Só Mais Uma Vez, música que puxa o segundo álbum (batizado de Novo) notou uma certa pegada emo. O quinteto sempre curtiu um rock mais alternativo", destaca a coluna de José Flávio Junior na revista. Aproveitando essa nova fase, os meninos da banda resolveram apontar algumas dicas musicais. Luis Felipe escolheu Faso Latido, do A Static Lullaby, Bê ficou com Lullabies To Paralyze, do Queens Of The Stone Age, Léo destacou Tomcats Screaming Outside, álbum solo de Roland Ozarbal, do Tears For Fears, Edu escolheu Mesmerize, do System of a Down e Lucas diz que gosta muito de My Chemical Romance, mas indica In Love and Death, do The Used.

6 - Felipe Dylon

Era o auge do nosso menino do Rio. Nas edições encontradas, ele aparece apenas na seção de fotos-de-famosos-fazendo-alguma-coisa-relevante (na edição em questão, via sua própria foto em uma exposição no Rio Sul, no Rio de Janeiro), mas a relevância de Felipe Dylon para essa geração, mesmo que não tenha sido levada para lugar algum, foi imensa. Só podemos esquecer os meninos que faziam luzes ou passavam parafinas no cabelo para ficar parecidos com ele.